
Hoje considero uma fraqueza apaixonar-se.
Apaixonar-se é estar em estado vulnerável.
Estar vulnerável é não estar protegido.
Desprotegido, há grandes chances de se sofrer ataques.
E a guerrilha da vida é permeada deles.
De todos os lados.
Estilhaços, nem que sejam, sempre atingem os desprovidos de escudo.
Há de se encontrar uma forma da paixão não tornar o escudo penetrável.
Porém, será que aí não se desfaria o conceito do estado apaixonado?
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